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Imóveis Rurais   -  Detalhes - Referência:  355

 

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Localização:

CE Jazida de Fosfato Jazida de Calcário Calcítico e Dolomítico

Valor:

R$ 0,00

Dólar:

US$ 0,00        cotação do dia 24/10/2016

Euro:

€ 0,00

Sacas de soja:

 

Hectares:

0

Acres:

0

Alq. Paulista:

0,00

Alq.GO

0,00

R$ / Hectares:

0,00

Vocação:

Indústrias  

   

Extraordinária Jazida de fosfato. Também jazida de calcário calcítico e dolomítico de grande porte. Localizada em posição estratégica seja para abastecer por via férrea calcário a propriedades agrícolas nos estados do Piauí e Maranhão, bem como as indústrias de transformação do Ceará (Siderúrgicas, cimenteiras e de tintas entre outras). Estuda-se parceria.




JAZIDA DE FOSFATO - CEARÁ


CE Interior do Estado - Jazida de Fosfato Economicamente Viável.

Extensos afloramentos de rocha fosfática (fosforita) de alto teor de P2O5, ocorrem em uma grande área no estado do Ceará. A mineralização do minério fosfático se deu por alteração supergênica de material proveniente da Formação Jandaíra.
Exaustivo trabalho de reconhecimento de campo, constatou que as mineralizações cobrem enormes extensões dentro do bloco de áreas requeridas e a criteriosa amostragem realizada, revelou que a totalidade das amostras de minério apresentou teores acima de 10% P2O5, atingindo níveis próximos a 30% de P2O5, e até superiores. O resultado deste reconhecimento de campo já permite afirmar que esta zona mineralizada constitui um novo Distrito Fosfático brasileiro, de avantajadas dimensões, tratando‐se de um depósito de classe mundial.
Para se ter uma ideia, os novos projetos de mineração de fosfato em desenvolvimento no país, sem exceção, têm teores médios entre 5 e 10% de P2O5 e teor de corte de até 1%, o que exige um custo elevado de produção e menor taxa de retorno de investimento.
O Brasil depende de cerca de 60% da importação de insumos de fosfato para a indústria de fertilizantes, embora também seja insumo para a fabricação de sabão, detergentes e de outros produtos de limpeza e de ração animal, e é o 4º consumidor mundial de Fertilizantes, ficando atrás apenas da China, da Índia e dos Estados Unidos. A dependência das importações cresce a cada ano assim como os preços, o que faz do fosfato um mineral estratégico para o país.

ANÁLISES QUÍMICAS - MEDIANTE FIRME MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE

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JAZIDA DE CALCÁRIO DOLOMÍTICO - CEARÁ

RELATÓRIO GERAL

A estimativa da jazida é de 250.000.000 de toneladas e podendo chegar a 1.000.000.000 (um bilhão de toneladas) na conclusão das pesquisas.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES A SEREM FEITAS:
O projeto é constituído de 06 alvarás de pesquisas no município de Pentecoste estado do Ceará totalizando 5.408,35 hectares diversificados entre calcítico, dolomítico e estando todos os processos regularizados perante o DNPM.

As áreas conforme o relatório possuem grande potencial de calcário calcítico e dolomítico.
O projeto possui áreas com lavras abertas e exploração abastecendo hoje todas as fabricas de tintas de Fortaleza, possuindo logística e infra-estrutura extremamente favorável.

As poucas análises indicam que a região possui ambiente geológico favorável para calcário calcítico e dolomítico de alto teor.

Por ser um projeto com potencial depósito para calcário deve ser feito um mapeamento preliminar, uma pesquisa, coletando amostras e no final estimando os recursos minerais e qualificando-o para avaliar o potencial da reserva.

1) TEOR

- De acordo com amostras coletadas nas áreas e submetidas à análise físico química pelo NUTEC feitos na Universidade Federal do Ceará e OKYTA o teor ultrapassa os 50% conforme apresentação.

2) CUBAGEM

- Estimada, 250.000.000 mt.

3) LOGÍSTICA

- Distante 65 Km para o porto do Pecém

- Linha ferroviária "Transnordestina" a 6 KM das áreas requeridas

4) DOCUMENTAÇÃO

- As terras superficiarias são de pequenos proprietários, posseiros e estão dispostos a participarem ou venderem a empresa investidora.

- Alvarás de pesquisa tudo regularizado, com todas as taxas pagas

4) ÁGUA NAS ÁREAS REQUERIDAS DA JAZIDA

- Açude Caxitoré.

-Rede de energia elétrica de Alta e Baixa Tensão

5) DIREITO DE LAVRA

- Não está disponível, as pesquisas em faseinicial.

- Temos lavras abertas conforme apresentação


JAZIDA DE CALCÁRIO - CEARÁ

RELATÓRIO GERAL

DIREITOS MINERARIOS
A Portal do Sol Empreendimentos Imobiliários Ltda., é única e legítima titular dos direitos minerários (doravante em conjunto denominado "Direito Minerário") aqui descritos, livres e desimpedidos de qualquer ônus ou gravames, judiciais e extrajudiciais.
O projeto é constituído de 05 alvarás de pesquisas no município de Pentecoste estado do Ceará totalizando 5.408,35 hectares diversificado entre calcítico, dolomítico e estando todas os processos regularizados perante o DNPM.

- PROCESSOS
- Alvará n°. 4956/2009 - Processo DNPM 800.082/2009 - (área 998,91 hectares).
- Alvará n°. 4957/2009 - Processo DNPM 800.083/2009 - (área 997,17 hectares).
- Alvará n°. 4958/2009 - Processo DNPM 800.084/2009 - (área 997,09 hectares).
- Alvará n°. 4959/2009 - Processo DNPM 800.085/2009 - (área 980,71 hectares).
- Alvará n°. 4960/2009 - Processo DNPM 800.086/2009 - (área 938,15 hectares).
- Processo n°. DNPM 800.086/2009 - (área 496,32 hectares).

SITUAÇÃO ATUAL
O projeto possui áreas com varias lavras abertas e explorações não legalizadas
abastecendo hoje as fabrica de tintas de Fortaleza-CE, possuindo logística e infraestrutura extremamente favoráveis. As áreas conforme o relatório possui grande potencial de calcário calcítico e dolomítico.
As poucas análises indicam que a região possui ambiente geológico favorável para calcário calcítico e dolomítico de alto teor.
A ocorrência carece de maior avaliação geológica para sua quantificação, com trabalhos de pesquisa a serem ainda por realizar, motivo pelo qual não informamos valores de tonelagem de calcário.

LOCALIZAÇÃO :
Localizada no município de Pentecoste, limitando-se, ao norte com os municípios de São Gonçalo do Amarante, São Luis do Curú e Umirim, ao sul com os municípios de
Apuiarés, Paramoti, Caridade e Maranguape, a leste com os municípios de São Gonçalo do Amarante, Caucaia e Maranguape, e a oeste com os municípios de Umirim, ltapajé, Tejuçuoca e Apuiarés, fazendo parte da Região integrante da microrregião do Médio Curú.
A área da jazida está próximas a Serra Maracajá, conhecida por seu potencial mineral através das diversas explorações de rochas carbonáticas, ali existentes. Pode-se observar a região em melhor detalhe na folha executada pela Diretoria de Serviços Geográfico do Exército (DSG/Mex), Folha São Luis do Curu SA.24-Y-D-VI, na escala 1:100.000.

- Área do Municipio: 1.378,30 km2.
- Área (% em relação ao Estado): 0,93.
- Altitude: 60,0m.
- Latitude: 3º 47 34"
- Longitude: 39°1613"
- Mesorregião: Norte Cearense.
- Microrregião: Médio Curú.
- Depressões Sertanejas, Tabuleiros Pré-Litorâneos e Planícies Fluviais.
- Pluviometria a média anual é de 817,0mm.

INFRAESTRUTURA NA ÁREA DA JAZIDA
- Rede de Energia EAT (Extra alta tensão)
- Rede de Energia AT (alta tensão)
- Água em abundância (Açude Caxitoré)
- Conversor Maisener (para a conversão de ligas metálicas, etc.),
- Aqüíferos permanentes com suporte suficiente para a verticalização das jazidas, ou seja,
a sua estação britagem, moagem, blendagem e lavagem, etc.

ACESSO:
O acesso de Fortaleza, se dá pela BR-222, no distrito de Croatá, município de São Gonçalo do Amarante, entra-se à esquerda na Rodovia CE-341 e, cerca de 20 Km estará na cidade de Pentecoste.

LOGÍSTICA:
- Da cidade segue pela estrada em pavimentação secundária em direção ao municipio de Umirim, seguindo por mais 04 Km até atingir a área requerida da jazida.

- 08 Km até a BR-222 que vai até entrada porto Pecém.
- 90 Km para a cidade de Fortaleza.
- 64 km para o Porto do Pecém pela BR-222.
- 06 km para a Via Férrea Transnordestina, o braço do transporte ferroviário da
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que vai ligar, em forma de um Y, o município de Eliseu Martins aos portos de Pecém, em Fortaleza (CE) e Suape , em Recife (PE).

ASPECTOS FISIOGRÁFICOS
A área estudada situa-se no sertão central do Estado do Ceará, dominado por uma
vegetação típica da caatinga, que se estende a leste e a norte por grande parte da área do Estado do Ceará, numa região onde se desenvolvem intervenções urbanísticas e agropecuárias, e a paisagem natural descaracterizada cede a forte pressão antrópica.

O inventário da biocenose local será apresentado quando da conclusão do Relatório Final de Pesquisa, onde as espécies serão identificadas com o auxílio de técnicos especialístas.

Na caracterização da vegetação existente, além das pesquisas de campo e laboratório, são consideradas as determinações existentes na bibliografia especializadas disponível.
A característica da caatinga é de um extrato arbóreo baixo, denso. O processo
regenerativo faz-se em função da competição entre seus elementos constitutivos. Os testemunhos de alto porte, são comumente poupados com a finalidade de sombreamento.
O aumento de cactáceas, principalmente aquelas de menor porte, se dá em áreas de maior índice de aridez e solos litólicos.
A composição florística é bastante heterogênea, porém apresentam um certo número de dominantes arbóreos típicos que frequentemente são vistos na área, como a aroeira (Astronium urundeuva), braúna (Schinopsis brasiliensis), várias espécies do gênero Aspidosperma, Caesalpinia, Mimosa e Piptadenia. Nas cactáceas destacam-se as dos gêneros Cereus e Pilosocereus.
O modelo de drenagem é tipicamente dentrítica, formado por pequenos riachos que
seguem o Rio Batoque, e outros que seguem os falhamentos regionais e falhas localizadas na área de influência regional.

GEOLOGIA REGIONAL E LOCAL
Predominantemente litologias representadas do Pré-Cambriano.
Nos preparativos para o requerimento da área, foi feita uma identificação quanto a
compartimentação geológica da área de influência direta, incluindo predominantemente litologias representadas do Pré-Cambriano.
A área está inserida nos domínios do Complexo Ceará, que apresenta grande diversidade litológica, apresentando zonas intensamente migmatizadas e zonas essencialmente gnáissicas, com ocorrências de calcitas e calcários cristalinos.
Para esse Complexo, foi colocado como posicionamento estratigráfico no Pré-Cambriano Inferior, correlacionando-o ao Complexo Caicó. Datações radiométricas feitas neste complexo, mostraram um posicionamento no Pré-Cambriano Inferior à Médio, tendo em vista a participação do evento Brasiliano neste complexo. Seus contatos com os Complexos Nordestino são na maioria por falhas, estando em grande parte em contato com os grupos Salgueiro e Cachoeirinha.
Os gnaisses representam a litologia mais amplamente distribuída na unidade, onde os tipos biotita-quartzo-feldspato-gnaisse, hornblenda-quartzo-feldspato ganaisse, biotitagranada gnaisse e gnaisse a muscovita são os mais caracterísiticos.
Na área, esses gnaisse apresentam-se com coloração cinza, com intercalações
esbranquiçadas e granulação variando de fina à média. De acordo com estudos
petrográficos realizado na área (Projeto Radam Brasil), esse complexo, em lâmina, revela um conjunto heterogranoblástico, cataclasado, recristalizado, constituído por grãos de quartzo e feldspato e subordinadamente, hornblenda e biotita. A granulação varia de fina à média, com texturas zenoblásticas, granolepdoblástica, mortar e granoblástica.
Os calcários cristalinos e calcita, ocorrem em camadas lenticulares acompanhando a estrutura sigmoidal existente. São concordante aos gnaisses, formando às vezes cristas alongadas. São rochas de coloração branca e granulação fina, em geral maciço e cristalizados.
Os quartzos ocorrem em grande parte na área alvo de pesquisa, com tonalidades variando entre o esbranquiçado e avermelhado. As amostras tem aspecto maciço constituída essencialmente de quartzo, podendo ocorrer também em conjunto feldspato alcalino e a presença de muscovita, indicando uma possível associação.
Os sedimentos aluvionais, localmente coluviais, são dominados por argilas e areias grossas, presentes na planície dos riachos encontrado na área.

UNIDADES PRESENTES:
PPci - Unidade Independência: paragnaisses e micaxistos aluminosos (em parte
migmatíticos), incluindo quartzitos (iq), metacalcários (ica), rochas calcissilicáticas e, mais raramente, anfibolitos (iqx - micaxistos, paragnaisses e quartzitos; ipx - paragnaisses e micaxistos).

PPcc - Unidade Canindé: paragnaisses em níveis distintos de metamorfismomigmatização,
incluindo ortognaisses ácidos (p.ex: em cogn) e rochas metabásicas: c -
metagabros, anfibolitos com ou sem granada, e gnaisses dioríticos, associados ou não a enderbitos; c1 - metagabros e metaultramáficas serpentinizadas e xistificadas, lentes de quartzitos (cq), metacalcários (cca), rochas calcissilicáticas (ccs), formações ferríferas (cfe) e ferro-manganesíferas, além de metaultramáficas (c ); cgnl - granulitos máficos,
enderbitos e leptinitos; caf - anfibólio gnaisses e/ou anfibolitos; PP(NP)cc - tratos onde são comuns os jazimentos estratóides e diqueformes de granitóides neoproterozóicos, cinzentos e rosados, gnaissificados ou não e, em parte, facoidais.

CALCÁRIOS E CARBONATO DE CÁLCIO
Origem e Usos:
O uso indiscriminado dos termos "limestone", "Chalk", "Whiting" e algumas vezes
"lime", causa uma grande confusão com relação a interpretação da origem da formação destas matérias primas que são distintas, e conferem propriedades características ao produto final conhecido como Carbonato de Cálcio. "Limestone" é um termo geral que abrange rochas sedimentares compostas principalmente de Carbonatos de Cálcio ou combinações destes com Carbonatos de Magnésio. Juntamente com estes principais componente podem ocorrer contaminações de outras impurezas químicas (principalmente sílica, ferro e alumínio em diferentes proporções).
Estas rochas são formadas através da deposição principalmente de sedimentos marinhos, foram gradualmente acumulados através da deposição em camadas.

Transformações químicas através da ação solvente do CO2 existente na atmosfera, e transformações metamórficas pela ação de pressão e temperatura, deram origem a diferentes formações.
A proporção de MgO pode variar dentro das seguintes faixas e denominações:
. Calcário Calcítico: 0 à 1,1% de MgO
. Calcário Magnesiano: 1,1 à 2,1% de MgO
. Calcário Dolomítico: 2,1 à 10,8% de MgO
. Dolomito Calcítico: 10,8 à 19,5% de MgO
. Dolomito: 19,5 à 21,7% de MgO
acima de 21,7% de MgO, tem-se Magnesita.
O carbonato de cálcio Natural (NCC) - é um sal inorgânico, produzido através de
processos de extração, seleção do mineral (minério), seguidos das etapas de moagem e classificação para a entrega à clientes. Três principais matérias-primas são usadas na produção de NCC, a Calcita e Dolomita (Minerais) e a Creta (Calcário Sedimentar).
Calcário Sedimentar (Creta), Chalk ou Whiting
São formações fósseis sedimentares de Carbonato de Cálcio, com grandes variações na cor, dureza e pureza química, dependendo estas propriedades da origem da extração. São produtos obtidos por processo de simples moagem, podendo ser submetido a etapas de flotação para redução das impurezas químicas e purificação ótica. O tamanho das partículas são tão diminutas, que se vem atribuindo a estas classificação de amorfa, mas atualmente se considera estes cristais como sendo criptocristalino (diz-se da textura cristalina tão fina que é impossível distinguir os componentes, mesmo com o auxílio de microscópio). As partículas tendem a ser mais arredondadas que octagonais, como a calcita, e como resultado possuem maior área superficial específica. Entretanto, em função
do processo de moagem, formam partículas de formato irregular, o que é esperado uma vez que são resultante da fragmentação de rochas.
O calcário sedimentar no Brasil, esta localizado, principalmente nas Bacias Sergipe /
Alagoas, Paraíba / Pernambuco e Bacia Potiguar, sendo representado por um calcário, algumas vezes fossilífero, de coloração variando do cinza ao creme claro com tons alcançando o branco. O calcário é constituído de carbonato de cálcio com ion Ca ocasionalmente substituído por Mg.

Calcita
Minério de carbonato de cálcio, cristalizado no sistema romboédrico. Podem ser obtidos também pela ação de recristalização em calcários sedimentares que sofreram ação metamórfica sob altas temperaturas , e sofreram fusão para formas cristalinas. Possuem alvura normalmente superiores ao chalk, em função do processo metamórfico de formação, entretanto normalmente possui pureza química em relação ao CaCO3 inferiores ao Chalk. Normalmente são obtidos como by-product da extração de mármore em regiões onde ocorreu alto metamorfismo e onde ocorre também as grandes formações de dolomita .Tanto a calcita como a dolomita possuem originalmente a mesma formação calcítica romboédrica, estando suas partículas sujeitas as mesmas características decorrentes do processo de moagem descrito para o chalk.
A calcita e dolomita são minerais usados também para a fabricação de NCC, e suas
principais jazidas no Brasil estão localizadas no Estado do Espírito Santo. A região é
totalmente constituída por uma sequência de rochas metamórficas de Idade Pré-
Cambriana. Essa seqüência carbonática é formada essencialmente por mármore
dolomítico e calcítico, compacto, de granulação grosseira e cor variando do branco ao rosa, intercalados com horizontes de calcita pura de cristais bem desenvolvidos, de granulação média a grossa e de clivagem fácil. Nas áreas ocorrem paredões de vários metros de altura constituídos por calcita, com intercalações freqüentes. Esta calcita aparece em grande quantidade, na cor branca, com bandas também escuras, bem evidenciadas nestes paredões.
Os métodos de lavra estabelecem as ações sistêmicas das operações e ciclos de trabalho para o aproveitamento racional da jazida, sendo subdividida em planos de trabalhos projetados e organizados de modo a obedecer a uma seqüência hierárquica no desenvolvimento do empreendimento mineiro.
Os aspectos geomorfológicos e estruturais da jazida, assim como as características físicoquímicas e o valor do minério, normalmente apresentam um campo de variação muito amplo e são determinantes para a escolha da tecnologia adequada.
A exploração de NCC, se faz com a metodologia de exploração à céu aberto, onde após a extração e amarroamento, há o transporte da jazida para as fábricas e finalmente para seus sistemas de moagem à seco. Algumas fábricas utilizam outros processos de moagem úmida, como a flotação, a fim de obter uma melhor separação de insolúveis, que são contaminantes.

Carbonato de Cálcio Natural - NCC, tem os seus principais mercados e Aplicações em:
. Tintas e Vernizes
. Compostos de PVC
. Compostos de PP e PE
. Borracha e EVA
. Sabão em pó e em barra

Carbonato de Cálcio Precipitado
O PCC é um produto obtido através de um processo químico. O principal processo
químico de obtenção do PCC envolve a calcinação de um "limestone" denominado
calcário que possui características físicas completamente distintas do Chalk e da Calcita (textura, cor, composição química). No processo de calcinação, o calcário é decomposto a óxido de cálcio (CaO) e CO2 gás segundo a reação:
CaCO3  CaO + CO2

Em um segundo estágio do processo de obtenção do Carbonato de Cálcio Precipitado, o óxido de cálcio é hidratado, formando uma suspensão de Ca(OH)2 conhecida como leite de cal. Processa-se então a seguinte reação química:
CaO + H2O  Ca (OH)2 + Calor
Após etapas de purificação para remoção de materiais não calcinados, impurezas e sílicas residuais, o leite de cal é enviado para um tanque de armazenagem e em seguida para o reator de carbonatação, onde o CO2 gás proveniente dos próprios fornos de calcinação, ou de fontes geradoras alternativas (caldeiras a gás ou óleo combustível) após sofrer purificação é injetado, reagindo com o Ca(OH)2 formando Carbonato de Cálcio Precipitado conforme a reação a seguir:
Ca(OH)2 + CO2  CaCO3 + H2O
Para a fabricação de PCC é utilizado os calcários calcíticos, principalmente os do Grupo Bambuí, nominação dada a uma macro-unidade de grande expressão que se prolonga de Minas Gerais até o Estado da Bahia, no Estado do Ceará e Piauí. Em superfície observam se corpos calcários aflorantes, separados entre si pelos sedimentos aluvionares recentes.
Geralmente estes calcários apresentam-se de coloração cinza-escuro, compactos e de textura fina. A cor do calcário às vezes auxilia na identificação do tipo de calcário, sendo os calcíticos com uma coloração cinza-chumbo-escuro, enquanto que os dolomíticos exibem tons cinza mais claros. Na utilização do calcário para a obtenção do PCC são necessário características químicas e físicas que o diferem de outros minerais industriais, como a textura, cor, composição química, características ideais à processos de calcinação, altíssima pureza química e jazidas de alta homogeneidade sem variações químicas.
Considerando que a principal aplicação pretendida para matéria prima na fabricação de carbonato de cálcio precipitado, sua qualidade deve ser avaliada em função dos padrões exigidos. A matéria prima básica, o calcário, deve apresentar as seguintes características:
Substância Teores
CaCO3 98,50% (mínimo)
MgCO3 0,50% (máximo)
SiO2 1,0% (máximo)
Fe 100,00 ppm (máximo) 0,001%
O risco de contaminação do minério na exploração da jazida em qualquer um dos corpos a ser explorados é de caráter puramente geológico, uma vez que os calcários estão sujeita a alternância de dois tipos litológicos , um calcítico e outro dolomítico, quer seja na passagem de um corpo para outro, quer seja no interior do mesmo. Além deste tipo de contaminação, há uma provável contaminação através dos elementos químicos alcalinos, que podem contaminar o produto final.
Carbonato de Cálcio Precipitado PCC tem seus principais mercados e aplicações em:
. Creme Dental
. Tintas e Vernizes
. Plásticos
. Papel
. Borracha e EVA
. Alimentos e Fármacos

Observações
Os calcários e calcitas encontrados no Brasil são utilizados principalmente para o uso em cimento e para o uso industrial. As principais utilizações e comparações dos
calcários/calcitas, onde a indústria química esta aplicando em pesquisas geológicas a fim de determinar áreas com alto teor de cálcio, com calcários calcíticos e calcitas de elevada qualidade, prioncipalmente com CaCO3 acima de 96%, insolúveis abaixo de 1,0% e MgCO3 abaixo de 1,5%, e alvura em torno de 75%.
Como observa-se as rochas carbonáticas, aqui divididas em calcitas, dolomitas, mármores, travertinos, calcários, tem como principais componentes os minerais calcita - CaCO3 e dolomita CaMg(CO3)2, além de aragonita, magnesitas e outros minerais carbonáticos.
Os jazimentos podem ser sedimentares, formadas através da deposição de sedimentos marinhos, que formaram os calcários sedimentares, travertinos, etc. Transformações químicas através da ação solvente do CO2 existente na atmosfera, e transformações metamórficas pela ação de pressão e temperatura, deram origem a diferentes formações metamórficas, como os mármores e as calcitas e dolomitas cristalinas.
Os calcários sedimentares analisados, são representados em sua maioria por calcários oolíticos ou pisolíticos, em matriz micritica, com coloração creme a branca. Os microfósseis conotam um ambiente lacustre de alta intensidade de energia, resultando assim um pacote sedimentar com diversas fácies e diversas colorações.
A calcita analisada é pertencente ao Grupo Independência (Ceará), representado pela cristalização de CaCO3 com elevada pureza.
Os PCCs são obtidos através da transformação do carbonato de cálcio natural. O
processo de obtenção do carbonato de cálcio a partir do calcário se baseia na calcinação, hidratação, carbonatação, neutralização e secagem. Ainda na jazida, a pedra é submetida a um beneficiamento que consiste na britagem (o tamanho médio das pedras deve estar entre 1,5 e 5") e moagem (específica para a obtenção do pó calcário).

PESQUISA MINERAL
Ações a serem tomadas:
Com base na análise da documentação e por trabalhos em áreas correlatas podemos assim indicar as ações para esta área.

1. Pesquisa Geológica da Área;
Mapeamento Geológico:
Utilizando as aerofotos, mapas, plantas existentes, planialtimetria, além de estudos
anteriores na área ou dentro dos limites estratigráficos, será feita uma
fotointerpretação/fotogeologia, apresentando um mapeamento preliminar, além
dos perfis geomorfológicos/geológico da área.
Concomitantemente, a esta etapa, deverá ser realizada uma campanha de
sondagens geofísicas, utilizando possivelmente GPR e MB-34 (método
eletromagnético), onde serão selecionados alvos adequados à execução das
sondagens mecânicas, poços e trincheiras.
Serão necessárias por parte do contratante as execuções de mapa topográfico em escala de detalhe, georeferenciado para as áreas alvos indicadas pelos pesquisadores.

2. Execução das trincheiras e poços de pesquisa:
Junto a 2º Etapa, serão indicados as áreas alvos para a realização de trincheiras e
poços de pesquisas, algumas com a necessidade de utilização de explosivos,
acompanhamento técnico da execução das trincheiras e poços e controle de
qualidade dos resultados.
Todas as sondagens que se fizerem necessário e as análises das amostras, bem como a utilização de Engenheiro de Minas, serão por conta do contratante.

3. Execução das sondagens:
Elaboração de critérios técnicos exigidos na contratação dos serviços de sondagem, acompanhamento técnico da execução das sondagens e controle de qualidade dos resultados obtidos nas sondagens mecânicas necessárias (caso necessário).

4. Mapeamento geológico preliminar:
Interpretação de todos os resultados obtidos, elaboração de perfis litológicos, de
profundidade e espessura do corpo minerado nas áreas alvos, e elaboração de
mapa mineral/geológico.

5. Relatório Final de Pesquisa:
Sistematização de todos os dados obtidos, edição final dos relatórios de pesquisa e
acompanhamento das visitas a serem realizadas pelos técnicos do DNPM.

Outros Trabalhos exigidos:
1. Guia de Utilização:
Durante a fase de Pesquisa Mineral, o requerente pode solicitar junto ao DNPM a
chamada Guia de Utilização, ou seja, pode explorar pequena quantidade de minério na área como ajuda para pagamento da Pesquisa Mineral.

Junto ao D.N.P.M., uma Guia de Utilização, deverá ter em seu escopo os seguintes
documentos:
 L.O. (Licença de Operação para Guia de Utilização) expedida pela SEMACE. (É
necessários a apresentação na SEMACE de no mínimo um EVA -Estudo de
Viabilidade Ambiental) e,

 P.A.E. (Plano de Aproveitamento Econômico), elaborado somente por Engenheiro
de Minas.
2. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto do Meio Ambiente - EIA/RIMA
Após o Relatório Final de Pesquisa é necessária a apresentação ao Órgão de Meio
Ambiente do Estado a Superintendência Estadual do Meio Ambiente - SEMACE do
EIA/RIMA, que deverá ser aprovado pelo órgão e ser aceito pelo COEMA - Conselho
Estadual do Meio Ambiente para a liberação das Licenças Ambientais.

Os Estudos Ambientais comumente estabelecem a seguinte exigência:
 Coleta de Dados Existentes;
 Caracterização do Empreendimento e do Empreendedor;
 Elementos Institucionais e Legais;
 Identificação e Delimitação da Área de Influência;
 Descrição da Legislação Correlata
 Estudo e Levantamento dos Componentes Ambientais;
 Zoneamento Geo-Ambiental da Área de Influência do Empreendimento;
 Descrição dos Projetos Executivos;
 Estudo dos Impactos Ambientais e Elaboração de Medidas Mitigadoras;
 Elaboração dos planos de monitoramento e controle ambiental:
Plano de Controle de Drenagem (adequação morfológica do terreno);

Plano de Controle da Erosão (estabilização de taludes, viveiros para revegetação);

Plano de Educação Ambiental (conservação dos recursos naturais, cultivo de plantas medicinais e de fontes protéicas);

Plano de Monitoramento da Fauna, Flora e Atmosfera;
Plano de Proteção e Aproveitamento dos Recursos Hídricos (delimitação e proposta de regulamentação das áreas de preservação, peixamento dos açudes, etc.) e Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (canteiros de obras, acampamentos, rejeitos e dejetos);
 Cronograma de Execução dos Planos Ambientais, adequado ao cronograma do
empreendimento;
 Elaboração do Prognóstico Ambiental com e sem o Empreendimento;
 Conclusões e Recomendações;
 Sistematização da Bibliografia Consultada.
3. Projeto do Bom Aproveitamento Econômico - PAE
Na fase de Lavra, é exigência do DNPM a apresentação de um Projeto completo referente ao Aproveitamento Econômico da Área.

4. Projetos de Controle Ambiental
Exigência para a liberação da Licença de Instalação - LI, que será feito dentro os quais forem apresentados no EIA/RIMA.

5. Projeto para a Arqueologia
Na área, as atividades iniciais de prospecção revelaram a ocorrência de vestígios. As prospecções no entorno deste sítio histórico, serão realizados com percorrimentos na área para a identificação de trechos mais representativos onde possam ser realizadas as intervenções de subsuperfície. No mais, durante essa fase na qual se elaboram as estratégias de escavação, procura-se obter informações orais da população residente sobre a presença de vestígios e estruturas arqueológicas que contextualizassem a descoberta.
Esse trabalho é uma exigência do IPHAN sendo necessário a sua realização.

6. Pagamento de Taxas
Serão realizados pagamento aos seguintes órgãos:
DNPM; Prefeitura e de Canindé; SEMACE;IBAMA;IPHAN.
DOU.

7. Projetos de Infra-Estrutura
Todos os projetos para a área (estrada, galpões, energia elétrica, etc), deverão ser
fornecidos pelo empreendedor e deverão estar prontos quando dos estudos ambientais e do final do Relatório de Pesquisa.

RESERVA MINERAL
Para chegar à capacidade inicial (provável) da jazida, foi usado alguns trabalhos
realizados na área, com o uso de geofísica na prospecção mineral por descrever com precisão grandezas físicas, cujos fatores comprovam a ocorrência nas jazidas com seus respectivos coeficientes geofísicos. Os resultados aferidos através da comprovação da execução das sondagens a serem realizadas na área em questão.
A cubagem preliminar da jazida, demonstraram a possibilidade de 250.000.000 (duzentos e cinqüenta milhões) de toneladas para Calcário. A qualidade do calcário deverá ser apresentada através de laudos físico-químicos realizados nos testemunhos das sondagens.
Por ser um projeto com potencial depósito para calcário, deve ser feita uma pesquisa e avaliar o potencial da reserva.
Por ser um projeto com potencial depósito para calcário, deve ser feita uma pesquisa e avaliar o potencial da reserva.

PORTO DO PECÉM
O Complexo Portuário do Pecém tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas,imprescindíveis ao desenvolvimento de um complexo com características de Porto Industrial. Constituído de dois piers marítimos, sendo um para insumos e produtos siderúrgicos e carga geral e outro para granéis líquidos, em especial óleo cru e derivados de petróleo iniciou suas operação comerciais em novembro de 2001, sendo inaugurado em março de 2002.
Por se tratar de um terminal " off shore" os Piers de atracação estão protegidos da ação das ondas e correntes por um quebra-mar de berma, na forma de "L" com 1.768 m de extensão. Ambos os Piers são ligados ao continente por uma ponte rodoviária, que interliga o Pátio de Armazenagem às instalações de atracação de navios.
O Complexo opera movimentando matérias primas siderúrgicas, produtos siderúrgicos acabados, fertilizantes e cereais em granel, contêineres e granéis líquidos e gasosos.
O Porto tem como missão incrementar o transporte intermodal de cargas na região, pela oferta de infra-estrutura, de programas, de sistemas e de parcerias que resultem em desenvolvimento sócio-econômico para a população do Estado do Ceará, em observância à Legislação Ambiental vigente.

AMPLIAÇÃO
O Terminal Portuário do Pecém já é o quarto maior porto exportador do Nordeste e
primeiro em exportações de frutas do Brasil. A sua ampliação e a implantação do
Terminal de Múltiplo Uso (TMUT), visam atender à crescente movimentação de cargas múltiplas e gerais. A obra esta orçada em R$ 342 milhões e irá consolidar o terminal, cada vez mais, como um porto concentrador de cargas, uma vez que suas instalações físicas permitirão a atracação de navios de grande porte.
O TMUT está previsto para ficar pronto até 2010 e as obras envolvem uma série de
medidas, como o prolongamento de mil metros do quebra-mar existente; a construção de dois berços de atracação; a implantação de linha de guindastes para descarregamento e carregamento de contêineres;
a ampliação da ponte que dá acesso ao terminal em 363 metros de extensão; e a instalação de energia elétrica, entre outras.
WOLBEN - Indústria de Aéro Geradores
CE - 422, km 09
TAÍBA
PECÉM
SIUPÉ
PORTO
NÚCLEO URBANO
DI MATÕES
LAGAMAR DO
GERERAÚ
ÁREA
RETROPORTO
BR-222
CE - 421
CATUANA
LIMITE MUNICIPAL
N
RAMAL FERREO
DO PECÉM
VIA FÉRREA F ORTALEZ A/SOBRAL
PRIMAVERA
CE - 422
VIA ESTRUTURANTE (CE-085)
MUNICÍPIO
DE
CAUCAIA
GOVERNO MUNICIPAL DE CAUCAIA
Secretaria de Desenvolvimento Econômico
COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DO PECÉM
Município de Caucaia
PORTO DO PECÉM
REFINARIA
CITY GATE
REDUTOR DE PRESSÃO DO GÁS NATURAL
CGTF-CENTRAL GERADORA
MPX-TERMOCEARÁ LTDA
APA DO
LAGAMAR
DO CAUIPE
TANCAGEM
PETROBRÁS
REFINARIA
ÁREA
INDUSTRIAL
RESERVA ÁREA
ECOLÓGICA
USINA
TERMELÉTRICA
L E G E N D A
FONTE: SDE/CAUCAIA/2003
OCEANO ATLÂNTICO
MUNICÍPIO
SÃO GONÇALO DO AMARANTE

EMPRESAS COM PROTOCOLO DE INTENÇÃO FIRMADO COM A PREFEITURA
DE CAUCAIA PARA SEREM INTALADAS NO PORTO DO PECÉM QUE
UTILIZARÃO CALCÁRIO EM SEU PROCESSO PRODUTIVO.

SIDERÚRGICA
Empreendimento envolvendo o Governo do Estado, o grupo brasileiro Vale do Rio Doce e a coreana DongKuk, a Companhia Siderúrgica do Ceará, a ser instalada no Pecém, receberá US$ 6 bilhões em investimentos. Somente na primeira etapa, produzirá 2,5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, podendo ser expandida para 5 milhões. O empreendimento deve gerar cerca de cinco mil empregos na sua operação. A nova unidade terá como matriz energética o carvão mineral e deverá entrar em funcionamento dentro de três anos e meio.

01 - TORTUGA

02 - REFINARIA PREMIUM

03 - GRUPO VANTEC

04 - VARICRED

05 - WORD BLOCK

06 - FABRICAS DE CIMENTO

07 - MARPRINT

08 - APOLLO TINTA

09 - POLITINTAS

10 - HIDROTEX

11 - FABRICANTE DE RAÇÃO ANIMAL

12 - FABRICANTES DE ADUBOS QUÍMICOS

13 - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO ESPECIAL

PRINCIPAIS USOS DO CALCÁRIO

- Plásticos: tubos, conexões, calhas, mangueiras, tapetes, couros sintéticos,revestimentos, panos plásticos, sacos, malas , bolsas , luvas , recipientes, fios condutores , carrocerias , barcos , sapatos, tubos extrudados , brinquedos;

- Tintas: gráficas , plásticas , à base de água , resinas e óleos , massas plásticas , látex ;

- Borracha: mangueiras , tapetes , pneus , bolas , luvas , balões , arruelas , solas e
saltos , peças para a industria automobilística , tubos extrudados , botas , correias ;

- Papel: papel para cigarro, papel para livro à prova de envelhecimento, revestimento
de papel cauchê ;

- Produtos farmacêuticos: antibióticos, comprimidos e cápsulas , estabilizantes e
suspensões medicinais , pomadas , produtos veterinários ;

- Indústria alimentícia: sal de cozinha, pós para refresco, gomas de mascar, vinhos ,
fermentos sintéticos , farinhas enriquecidas em minerais ;

- Cosméticos: batom , pó de arroz , rouge , máscaras;

- Higiene dental: pastas dentifrícias e pós polidores ;

- Vidros: vidros e cristais;

- Sabões: sabões , sabonetes , pós polidores.

- Diversos: íons de cálcio, neutralizadores de ácidos, fermentos (nutritivos e
estabilizadores de PH), cargas para pastilha de anil, explosivos , fósforos, lactado de
cálcio, gluconato de cálcio, citrato de cálcio.

PESQUISA BÁSICA PROPOSTA PARA AS ÁREAS DE CALCÁRIO NO
DISTRITO DE MARACAJÁ.

Alvarás de Pesquisa DNPM nº 800.082/2009, 800.083/2009, 800.084/2009,
800.085/2009, 800.086/2009.

Nos preparativos para o requerimento das áreas, foi feita uma
identificação quanto à compartimentação geológica da área de influência
direta, incluindo predominantemente litologias representadas do Pré-
Cambriano.

A área está inserida nos domínios do Complexo Trindade, que apresenta
grande diversidade litológica, apresentando zonas intensamente
migmatizadas e zonas essencialmente gnáissicas.

Para esse Complexo, foi colocado como posicionamento estratigráfico no
Pré-Cambriano Inferior, correlacionando-o ao Complexo Caicó. Datações
radiométricas feitas neste complexo mostraram um posicionamento no
Pré-Cambriano Inferior à Médio, tendo em vista a participação do evento
Brasiliano neste complexo. Seus contatos com o Complexo Nordestino
são na maioria por falhas, estando em grande parte em contato com os
grupos Salgueiro e Cachoeirinha.

Os gnaisses representam a litologia mais amplamente distribuída na
unidade, onde os tipos biotita-quartzo-feldspato-gnaisse, hornblendaquartzo-
feldspato ganaisse, biotita-granada gnaisse e gnaisse a muscovita são os mais característicos.
Na área, esse gnaisse apresenta-se com coloração cinza, com intercalações esbranquiçadas e granulação variando de fina à média. De acordo com estudos petrográficos realizado na área (Projeto Radam Brasil), esse complexo, em lâmina, revela um conjunto heterogranoblástico, cataclasado, recristalizado, constituído por grãos de quartzo e feldspato e subordinadamente, hornblenda e biotita. A granulação varia de fina à média, com texturas zenoblásticas, granolepdoblástica, mortar e granoblástica.
A partir de mudanças climáticas, com o predomínio de um clima seco,
com chuvas torrenciais, concentradas em um curto espaço de tempo
(clima árido), causadoras de grandes movimentos de massa e
transferência de materiais, esta camada intemperizada durante o clima
úmido foi transportada para áreas periféricas e associadas ao plano de
base regional. Foi durante o clima seco que se processou o
desenvolvimento horizontal das planícies fluviais, com o alargamento dos
interflúvios. Estas variações climáticas formaram elementos
fundamentais para as oscilações relativas do nível do mar.
A partir do retrabalhamento dos sedimentos da Formação Barreiras ao
longo das faixas litorâneas, fornecimento de granulados e sedimentos
finos pelos rios da região e plataforma interna e associações com as
flutuações trans-regressivas do nível do mar, foram sendo formadas às
planícies costeiras do leste e nordeste do Brasil (SUGUIO 1985). Esses
sedimentos são localmente encontrados próximo à localidade de
Barreiras.
Os sedimentos aluvionais, localmente coluviais, são dominados por
argilas e areias argilosas e orgânicas, presentes na planície do riacho
Coaçu.

AÇÕES A SEREM TOMADAS:
Com base na análise da documentação e por trabalhos em áreas
correlatas podemos assim indicar as ações para esta área.

1. Mapeamento Geológico Preliminar:
Utilizando as aerofotos, mapas, plantas existentes, planialtimetria,
além de estudos anteriores na área ou dentro dos limites
estratigráficos, será feita uma fotointerpretação/fotogeologia,
apresentando um mapeamento preliminar, além dos perfis
geomorfológicos/geológico da área, onde serão selecionados alvos
adequados à execução das sondagens mecânicas, poços e
trincheiras.
Serão necessárias por parte do contratante as execuções de mapa
topográfico em escala de detalhe, georeferenciado para as áreas
alvos indicadas pelos pesquisadores.

2. Execução das trincheiras e poços de pesquisa:
Junto à 2º Etapa, serão indicados as áreas alvos para a realização
de trincheiras e poços de pesquisas, algumas com a necessidade
de utilização de explosivos, acompanhamento técnico da execução
das trincheiras e poços e controle de qualidade dos resultados.

3. Execução das sondagens:
Elaboração de critérios técnicos exigidos na contratação dos
serviços de sondagem, acompanhamento técnico da execução das
sondagens e controle de qualidade dos resultados obtidos nas
sondagens mecânicas necessárias (caso necessário).
Inicialmente está previsto um total de 1200 metros de sondagem.

4. Execução de análises Físico-Químicas e Petrográficas:
Dos testemunhos dos furos serão retiradas amostras na área
mineralizada para as análises físico-químicas e petrográficas.

5. Mapeamento geológico:
Interpretação de todos os resultados obtidos, elaboração de perfis
litológicos, de profundidade, espessura e qualidade do corpo
mineral das áreas alvos, e elaboração de mapa mineral/geológico.
Com a interpretação dos dados obtidos no mapeamento e
sondagens será apresentado relatório qualitativo e quantitativo das
áreas requeridas.

Outros Trabalhos exigidos:
1. Guia de Utilização:
Durante a fase de Pesquisa Mineral, o requerente pode solicitar junto ao
DNPM a chamada Guia de Utilização, ou seja, pode explorar pequena
quantidade de minério na área como ajuda para pagamento da Pesquisa
Mineral.
Junto ao D.N.P.M., uma Guia de Utilização, deverá ter em seu escopo os
seguintes documentos:
 L.O. (Licença de Operação para Guia de Utilização) expedida pela
SEMACE. (É necessários a apresentação na SEMACE de no mínimo
um EVA -Estudo de Viabilidade Ambiental) e,
 P.A.E. (Plano de Aproveitamento Econômico), elaborado somente
por Engenheiro de Minas.
2. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto do Meio Ambiente
- EIA/RIMA
Após o Relatório Final de Pesquisa é necessária a apresentação ao Órgão
de Meio Ambiente do Estado a Superintendência Estadual do Meio
Ambiente - SEMACE do EIA/RIMA, que deverá ser aprovado pelo órgão e
ser aceito pelo COEMA - Conselho Estadual do Meio Ambiente para a
liberação das Licenças Ambientais.
Os Estudos Ambientais comumente estabelecem a seguinte exigência:
 Coleta de Dados Existentes;
 Caracterização do Empreendimento e do Empreendedor;
 Elementos Institucionais e Legais;
 Identificação e Delimitação da Área de Influência;
 Descrição da Legislação Correlata
 Estudo e Levantamento dos Componentes Ambientais;
 Zoneamento Geo-Ambiental da Área de Influência do
Empreendimento;
 Descrição dos Projetos Executivos;
 Estudo dos Impactos Ambientais e Elaboração de Medidas
Mitigadoras;
 Elaboração dos planos de monitoramento e controle ambiental:
Plano de Controle de Drenagem (adequação morfológica do
terreno); Plano de Controle da Erosão (estabilização de taludes,
viveiros para revegetação); Plano de Educação Ambiental
(conservação dos recursos naturais, cultivo de plantas medicinais
e de fontes protéicas); Plano de Monitoramento da Fauna, Flora e
Atmosfera; Plano de Proteção e Aproveitamento dos Recursos
Hídricos (delimitação e proposta de regulamentação das áreas de
preservação, peixamento dos açudes, etc.) e Plano de Recuperação
de Áreas Degradadas (canteiros de obras, acampamentos, rejeitos
e dejetos);
 Cronograma de Execução dos Planos Ambientais, adequado ao
cronograma do empreendimento;
 Elaboração do Prognóstico Ambiental com e sem o
Empreendimento;
 Conclusões e Recomendações;
 Sistematização da Bibliografia Consultada.

3. Projeto do Bom Aproveitamento Econômico - PAE
Na fase de Lavra, é exigência do DNPM a apresentação de um Projeto
completo referente ao Aproveitamento Econômico da Área.

4. Projetos de Controle Ambiental
Exigência para a liberação da Licença de Instalação - LI, que será feito
dentro os quais forem apresentados no EIA/RIMA.

5. Projeto para a Arqueologia
Na área, as atividades iniciais de prospecção revelaram a ocorrência de
vestígios. As prospecções no entorno deste sítio histórico, serão
realizados com percorrimentos na área para a identificação de trechos
mais representativos onde possam ser realizadas as intervenções de
subsuperfície. No mais, durante essa fase na qual se elaboram as
estratégias de escavação, procura-se obter informações orais da
população residente sobre a presença de vestígios e estruturas
arqueológicas que contextualizassem a descoberta.
Esse trabalho é uma exigência do IPHAN sendo necessário a sua
realização.

6. Pagamento de Taxas
Serão realizados pagamento aos seguintes órgãos:
DNPM;
Prefeitura de Pentecoste;
SEMACE;
IBAMA;
IPHAN.
DOU.




Observação: A propriedade acima está sujeita a alterações ou cancelamento por ordem do(s) proprietário(s) ou seu(s)preposto(s), sem aviso prévio, ficando a OMNI Consultoria Imobiliária Ltda, livre de qualquer responsabilidade sobre as informações prestadas. É dever do comprador, no seu interesse, averiguar a documentação do imóvel desde a sua origem, verificar a averbação da reserva legal na escritura e conferir a autenticidade do georeferenciamento junto ao órgão competente.

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